Conheça 10 Tipos de fetiche e seus significados

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Conheça 10 Tipos de fetiche e seus significados

fetiches

A palavra ‘fetiche’ deriva do termo francês ‘fétiche’, que significa feitiço/enfeitiçado. A conotação sexual desta expressão começou no século XIX, para explicar objetos que estimulavam ou aumentavam a excitação sexual. Ao longo dos anos, esse conceito foi ganhando força, e atualmente, fetiche e sexo são indissociáveis.

Mas, por que estou explicando tudo isso? É para mostrar que diferentes tipos de fetiche, não só apimentam a relação, mas criam maior intimidade entre o casal e proporcionam mais prazer durante o sexo. São parte importante da vida sexual, justamente por exercitar a imaginação de ambos e quebrar a barreira do aceitável e inaceitável, já que entre quatro paredes e consenso, tudo é permitido em busca do prazer.

A seguir, veja 10 tipos de fetiches – alguns velhos conhecidos e outros nem tanto assim – e os seus significados:

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1 – Sadomasoquismo

Talvez o mais conhecido dos tipos de fetiche, o sadomasoquismo é a junção de duas práticas opostas, o sadismo e o masoquismo. A diferença entre os dois termos é simples:

  • sadismo é o prazer em ver e/ou proporcionar dor;
  • masoquismo é o prazer em sentir dor.

Os adeptos dessa tendência – sadomasoquismo – buscam o prazer sexual na dor, seja como fonte importante de estimulação ou algo necessário para a satisfação sexual. E a pratica só acontece quando há um dominador e um submisso, pois trata-se justamente do contato entre duas pessoas com gostos opostos, o sadista e o masoquista.

O uso da dominação pode ser feito de várias maneiras, como por exemplo: humilhação, agressão verbal e/ou física, com ou sem instrumentos. No entanto, vale destacar que a agressividade não é estendida para fora da cama, pois o prazer está exatamente na dominação e submissão na hora do sexo. Ou seja, os casais praticantes levam um relacionamento completamente normal e saudável

 

2 – Voyeurismo

Voyeurismo é um tipo de parafilia (um padrão de comportamento sexual no qual, geralmente, a fonte predominante de prazer não se encontra na relação sexual em si, mas em alguma outra atividade), e pode ser descrito de duas maneiras:

– Voyeur observador: indivíduo que sente prazer em espiar ou observar outra pessoa nua ou durante a prática sexual, sem participar e sem que esta saiba, consegue chegar ao orgasmo tanto através da masturbação quanto apenas com o estímulo visual, sem que precise tocar o próprio corpo;

– Voyeur “exibicionista”: indivíduo que sente prazer em se mostrar para os outros, ou seja, de ser observado em momentos mais picantes.

3 – Bondage

O bondage é uma vertente do BDSM, que consiste na dominação sexual do (a) parceiro (a) através de instrumentos. Conhecido também como ataduras eróticas, o bondage pode ir desde o mais simples como atar os braços ou as mãos do seu parceiro, até o mais complexo, usando cordas que são vendidas especialmente para este efeito.

 

4 – Sex Tape

Imagina assistir ao seu próprio sexo? Pode parecer um tanto estranho, mas são vários os homens e mulheres que adoram a ideia! Tomando os devidos cuidados, filmar a relação pode ser mais divertido e excitante do que imagina.

 

5 – Podolatria

A podolatria nada mais é do que o fetiche por pés. Está entre um dos tipos de fetiche mais comuns, principalmente para os homens, que se sentem excitados por pés femininos. Esse fetiche pode ser apenas por olhar os pés, ou então lambê-los, chupá-los ou envolvê-los em atividades sexuais.

 

6 – Bukkake

Em tradução liberal, Bukkake significa algo como “espirrar água”. Essa prática consiste em um ou mais homens se masturbando e ejaculando no rosto de uma mulher, geralmente posta de joelhos, em posição submissa.

Esse fetiche japonês virou uma tendência nos filmes pornográficos a partir da década de 1990 e atualmente existem produções voltadas especificamente para ele. Para entender melhor, o Bukkake nada mais é do que aquele conhecido “grand finale” onde o ator ejacula no rosto da atriz.

 

7 – Shibari (ou Kinbaku)

Mais do que um tipo de fetiche, o Shibari (ou Kinbaku) é considerado uma arte para seus adeptos. Essa prática enfatiza a forte ligação que há entre a corda e seu parceiro, seja com finalidade sexual ou apenas visual, e baseia-se em diversas técnicas com nós, das mais simples até as mais complicadas.

Shibari significa literalmente ‘amarrar’ ou ‘ligar’, os praticantes utilizam cordas de diferentes materiais, também chamadas de ‘nawa’, sendo a mais tradicional a de Juta (produzida com fibra têxtil vegetal). As grossuras das cordas também variam, mas em geral são de 5 mm à 8 mm, sendo a mais comum à de 6mm.

Além disso, a prática do Shibari/Kinbaku pode ser dividida em três grandes ramos:

  • Kazari-nawa (restrição artística): limita-se ao conceito estético da técnica e o objetivo é que no final da amarração, não haja sobras de corda, para criar um visual bonito e decorado;
  • Ne waza (técnicas de chão): independente do objetivo, seja para carícias e/ou torturas, esta modalidade promove a ligação dos parceiros através da corda e a troca de prazeres. Possui uma infinidade de posições e amarrações, porém, restringe-se apenas ao solo;
  • Tsuri (suspensão): como o nome diz, é a técnica de suspensão total do praticante. Por ser mais perigosa e oferecer mais riscos, é indicada apenas para aqueles com experiência, pois os nós devem ser precisos, firmes, e ao mesmo tempo, fáceis de desatar.

Ou seja, antes de tentar aventurar-se no Shibari, procure a orientação de especialistas na área.

 

8 – Chocking (asfixia sexual)

O ‘Chocking’ ou asfixia sexual é, sem dúvida, um dos tipos de fetiches mais extremos e um tanto quanto perigosos. A ideia aqui é simples: durante a relação sexual, o praticante pede para o seu (sua) parceiro (a) apertar ao redor do seu pescoço para sentir mais prazer ou quando estiver bem próximo do orgasmo. Os praticantes dizem que a falta de oxigênio no cérebro potencializa as sensações e proporciona um orgasmo mais prazeroso.

Contudo, tome cuidado! Se você não for praticante, o recomendado é não arriscar, pois pode levar à morte. Um caso famoso envolvendo o Chocking foi do cantor Michael Hutchence, vocalista da banda INXS, que acabou falecendo enquanto se masturbava tentando fazer a auto asfixia com um cinto preso na maçaneta da porta do hotel onde estava hospedado.

 

9 – Dogging

O termo Dogging nasceu em meados da década de 1970, na Inglaterra, e é uma prática que combina voyeurismo e exibicionismo, mas, como uma característica diferença: o ato – sexo – é realizado sempre ao ar livre. Em áreas públicas ou semi-públicas.

Os casais adeptos dessa tendência costumam ir para alguma área pública tarde da noite e com pouca circulação, como praças ou parques, até estacionamentos, e lá começam a ter relação ou se exibir para desconhecidos – na maioria, homens – que se masturbam ao redor do veículo enquanto assistem tudo.

 

10 – Golden shower

Popularmente conhecido como “chuva dourada”, o Golden shower é a prática sexual onde a pessoa gosta de sentir a urina do (a) parceiro (a) no próprio corpo ou urinar sobre tal. Há também outras variantes, como:  ver alguém urinando, forçar alguém a não urinar por muito tempo, usar fraldas, cheirar roupas íntimas que cheiram a mijo e até beber urina.

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1 Comentário

  1. Asfixia erótica é um dos meus fetiches preferidos, que assisto no YouTube!

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